Ginecomastia: mamoplastia de redução

Ginecomastia

Ginecomastia: mamoplastia de redução.

As deformidades estéticas causadas pela ginecomastia causam impacto psicológico e social, comprometendo a qualidade de vida do paciente.

Ginecomastia: o que é?

A ginecomastia é o aumento no tamanho da glândula mamária masculina, que pode ser fisiológico ou patológico, sendo condição passível de correção. Chega a estar presente em cerca de 38% dos pacientes jovens. A ginecomastia pode causar desconforto emocional e prejudicar a autoconfiança. Alguns homens passam a evitar determinadas atividades físicas e intimidades para esconder sua condição. As principais indicações cirúrgicas são a reconstrução do contorno masculino do tórax quando o paciente se incomoda com seu aspecto, o diagnóstico de lesões nodulares suspeitas e a presença de ginecomastia dolorosa.

A ginecomastia é caracterizada por:

• Excesso de gordura localizada (ginecomastia gordurosa)
• Excesso de desenvolvimento do tecido glandular (ginecomastia glandular)
• Uma combinação de ambos: excesso de tecido adiposo e glandular (ginecomastia mista)

Clinicamente, trata-se de uma massa firme e elástica, situada atrás e ao redor da região da placa aréolo papilar. A ginecomastia é uma condição comum em homens de qualquer idade, podendo ser resultado de alterações hormonais, condições de hereditariedade, doença ou utilização de certas medicações. A ginecomastia pode ocorrer unilateral ou bilateralmente.

O aumento da mama às custas de glândula mamária nos homens, deve sempre ser considerado patológico, exceto nos períodos neonatal, puberal e senil, nos quais a ginecomastia pode ser fisiológica. Exige uma pesquisa prévia sobre a causa da alteração, antes de optar pela retirada da glândula. A mesma, ao ser retirada, mesmo com a pesquisa prévia negativa para malignidade, deve ser enviada para exame anátomo patológico, de forma a se certificar da benignidade do caso.

Procedimento e pós-operatório

O objetivo é esculpir um peito masculino natural, onde cicatrizes sejam posicionadas discretamente. A técnica mais utilizada é a incisão em forma de U na borda inferior da aréola onde a cicatriz acaba se misturando melhor com a pele. Já os casos mais extremos, em que geralmente a pele é mais flácida, como no caso das grandes perdas ponderais, podem ser necessárias técnicas com maiores incisões, o que acaba deixando cicatrizes mais visíveis, mas ainda assim com contornos melhores.

Depois do procedimento como em qualquer cirurgia, é necessário cuidado com as cicatrizes para que não desenvolvam hipertrofia ou queloides. O fechamento adequado da ferida, com técnicas de sutura profunda para minimiza tensões na pele, é uma maneira de promover a boa cicatrização e deixá-las menos evidentes. Mas vale lembrar que a genética pessoal é um fator mandatório à boa qualidade de cicatriz.

Para alcançar os resultados esperados é necessário realizar o procedimento com segurança e com um profissional de confiança!Membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) e Membro da Comissão Científica da SBCP/MG, a Dra. Xênia Portella poderá avaliar o tratamento ideal para o seu caso. Agende através do telefone: (31) 2510-6611 ou pelo Whatsapp: (31) 9 9923-6611 uma consulta presencial.

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Xenia Portella - Doctoralia.com.br